Wushu China: como encontrar treino e amigos sem cair em grupos manhosos
Wushu China: o treino começa antes de entrar no tatame Chegar à China com vontade de praticar wushu china parece simples no papel: procurar uma escola, calçar umas sapatilhas e aparecer para treinar. Na vida real, sobretudo para portugueses e estudantes internacionais, há uma pequena camada extra de dificuldade. O cartaz pode estar só em chinês, o horário muda sem grande cerimónia, o professor comunica pelo WeChat e o grupo da turma parece ter 300 mensagens acumuladas desde o pequeno-almoço. Bem-vindo ao campeonato paralelo: perceber como as coisas funcionam. ...
